quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Era uma vez...

Corria o ano de 1985, quando num lindo dia (por acaso já era noite) de Primavera, nasceu aquele que veio a ser o meu primeiro grande Amor.
Um Amor que em tudo se assemelha ao amor por um filho, incondicional, protecção, orgulho desmedido.
Um bebé morenaço, grande, forte, com uns grandes olhos negros, os mais lindos que já vi e os seus caracóis também negros, onde eu enrolava os meus pequenos dedos.
Tal como o Amor por um filho, os anos vão passando e o Amor vai crescendo.
Este menino parecido comigo em muita coisa, mas tão diferente em tantas outras, apoderou-se para sempre de um grande bocado do meu coração, alma, espírito... tudo!
Qualquer coisa que lhe toque e o magoe, eu sinto em dobro, precisamente por não poder evitar o seu mal-estar.
Mas o que eu quero mesmo fazer, é agradecer-Te, por o teres enviado com um anjinho da guarda muito especial.
Um anjinho da guarda que é uma verdadeira companhia, que guarda o seu corpo e alma (e consequentemente os nossos) de noite e de dia!
Que assim continue, tal como eu Te continuarei grata por toda a eternidade.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

1 ano e meio ❤

Um ano e meio de Amor por esta regula linda que nos roubou o coração!
O nosso pequeno grande Amor está tão crescida e linda e todos nós muito orgulhosos dela.


O iogurte dado pela bisa sabe ainda melhor!

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

A inocência da descoberta aos 6 anos

Os filhos nunca nos deixam de surpreender, essa é uma certeza.
A minha menina grande, dia após dia, está mais virada para a leitura, todos os dias vai lendo palavras sozinha, ora no frasco de champô que está na banheira, ora no folheto de publicidade que encontrou no correio.
Se me vê a mexer em papelada, diz logo,  "Não deites nada fora mãe, põe ali em cima da mesa para eu tentar ler umas palavras!"
E lá vai ela mexendo e remexendo nas folhas, tirando delas a maior das recompensas.
Hoje à noite, a Matilde já dormia e nós estávamos na varanda a comer um gelado e a admirar a linda lua.
Diz ela: a sério que a lua se vê em todo o lado? Mas como é que isso é possível?
Eu tentei explicar da melhor forma que consegui e no meio da conversa disse-lhe: lá na Madeira também vez a lua não é?
E ela, na maior das inocências: mas não é a mesma lua que se vê aqui pois não?
Eu disse-lhe que sim, só há uma lua e é visível de qualquer parte do mundo.
Ela: e também só há um sol? Respondi que sim.
Ela: Uauuu... 
E ficou com os olhinhos curiosos fixos na luz da lua, com aquele ar maravilhado que só se tem quando se é criança...

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Vamos ajudar!!!

A querida Martinha do blog Nós e o cão está a promover uma recolha de bens essenciais para ajudar os bebés do hospital de S.João.
Por favor divulgem a iniciativa para que chegue aos ouvidos das Mães do Porto e arredores.
Obrigada!

Estão a ver o post ali em baixo?

Foi a Matilde que publicou através do meu telemóvel. É completamente vidrada em telemóveis, ipads, touchscreens ou com botões e é um caso sério tirar-lhos das mãos.

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Regresso às aulas

À coisa de umas 2 semanas que os hipermercados colocaram a feira do Regresso às aulas.
Toda a vida gostei de por ali andar a mexer em bloquinhos e canetas, até porque, como nunca mais saí da escola, acabo por continuar a precisar deste material.
Este ano foi a vez da Tiz desbravar esses corredores, adorei ver o brilho nos olhinhos dela enquanto percorria os corredores ( de meninas, claro! ) e via todo aquele arsenal. Interesse genuíno a olhar para todos aqueles objectos e ver que lhes ia efectivamente dar uso, agora é a sério!
Escolheu apenas alguns cadernos e capas, pois não faz sentido irmos carregadas, lá compraremos o resto do material.
Enquanto ela ia alegremente fazendo check na sua lista de material, eu só conseguia pensar como é que já vamos aqui, como o tempo passou depressa...
A mochila já está escolhida, os manuais estão comprados, o material está quase todo, numa ida à papelaria resolve-se.
Falta-me a mim plastificar os livros e preparar-me para vê-la entrar numa sala de aula com a mochila às costas.